^v^

quarta-feira, 21 de abril de 2010

"coisas", que ha tempos deviam ser escritas aqui...


"Olhos tristes que revelam aflição
Lágrimas pesadas
que caem lentamente ao chão...
Era possivel ouvir o som dessas
pequenas lágrimas tocando a pele branca...
os suspiros profundos que eram
como adagas atravessando a carne e
manchando o chão de vermelho...
vermelho tristeza...
vermelho de dor e angustia...
E não ha neste momento
Anjo que salve uma alma que chora,
que chora por amor!"

Abri os olhos...Escuridão!
Estou sem ar...
O escuro era sufocante, me perturbava
sabia que não estava em meu quarto, mas não tive forças para levantar,
não podia ao mesnos me mexer...
Deus, onde estou?
e minutos depois, talvez horas...
o corpo adormecido voltou a sentir dor, ainda me faltava ar, muito ar...
tentei sair de onde estava..
daquela caixa sufocante, mas logo minhas forças se esgotaram e eu
apenas parei de lutar e senti...
senti a escuridão tomar meus olhos e aos poucos meu corpo todo...
até que ela enfim levou minha alma.

"trancada em meu novo mundo,
onde nada podia me tocar
eu sentia a chuva cair na terra,
o som divino e suave
lavando minha alma...
até que meu estado sublime foi perturbado
por um som frenético
alguem que me chamava ao longe...
uivando nas montanhas ...
molhado pela chuva,
eu sentia seu cheiro,
era pavoroso pra mim agora
mas eu reconhecia, com certeza era ele...
eu ouvi no seu chamado que ele vinha me buscar
mas não preciso ser salva
estava onde decidi estar
o pedido que seus olhos me faziam
era pra não acabar com nossa amizade,
que se tornava cada vez mais proibida...
seu olhar era tão doce...
mas eu decidi ficar, eu queria ficar...
ao lado da morte que me fez viver...
nesse momento seu cheiro desapareceu no ar
e junto a chuva sumiu entre as arvores...
eu senti as maos frias em meus ombros
e entendi o motivo da partida...
escolhi eternidade nos braços frios de um vampiro
e perdi o calor da amizade de um lobo..."
( dedicado a meu amigo lobo... que nunca isso aconteça conosco, que nada impeça nossa amizade... que continuemos sempre ligados pelo sobrenatural e pela força de nossos pensamentos, te adoro Fabiano!)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Mortal

Andava eu buscando felicidade...
Caminhei por entre as sombras
em busca do sentido de viver...
Busquei meu anjo na noite,
quem me fezesse viver...
Mas quem encontrei nas sombras
só me fez chorar e sofrer...
Quem pensei ser meu anjo de asas negras,
foi apenas a ilusão de uma vida.
Então me joguei no fogo do dia...
E quando o sol fez a ferida em minha pele,
abri meus olhos sangrentos
e encherguei na luz um mortal.
Desolada me encontrei
nos braços de um ser,
que não carrega a mesma culpa que eu,
um ser puro, que não divide comigo a mesma dor...
Mas que com toda sua vida,
enche de luz minha eternidade.

sábado, 6 de março de 2010


"Nada é mais real do que os meus sonhos...
Acredito na pureza deles e sei que tudo que reina no sobrenatural de minha mente humana se torna real, não só no meu subconciente. Sonhos são reais e se refletem na minha passagem pela vida."

" Na mente de uma pobre garota reinam desejos ocultos que transformam sonhos em relidade...
sonhos malditos, que tornam sua vida emocionante... Verdadeiros pesadelos para os pobres mortais que tentam controlar sua vida humana... Garotas são crueis quando sonham e sentem seus sonhos ameaçados!"





segunda-feira, 30 de novembro de 2009

quem sabe?!?!?

Talvez as pessoas simplesmente amem...
E eu fatalmente sofra por amor.
Talvez as pessoas tenham medo...
E eu me torne o medo delas.
Talvez elas queiram riquezas...
E eu apenas queira sobreviver.
Talvez elas busquem a felicidade na vida,
E eu...
Simplesmente encontre a liberdade na morte..

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

††† > Foi como das outras vezes,
Eu não tive tempo pra me defender.
Seus gritos feriam meus ouvidos,
Suas palavras me faziam chorar.
Mas como das outras vezes,
Eu não pude me defender.
Eu enfraqueci, cai e chorei...
Tanto que o fôlego me faltou,
Mas eu ainda ouvia sua voz...
Seus gritos me causando medo.
Sua intolerância, sua ignorância!
E eu sem poder me defender,
Tudo como das outras vezes.
Me lembro de todas as palavras,
De todas as vezes que elas se repetiram.
Lembro-me dos seus olhos,
Da sua raiva e do meu medo.
E como das outras vezes, eu me calei.
Não pude me defender de sua arrogância.
Foi como das outras vezes...
Foram as mesmas palavras,
A mesma voz, e a mesma dor! †††

ჱჱܓ ჱჱܓ ჱჱܓ ჱჱܓ ჱჱܓ